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Sistema de Supressão de Incêndios para Veículos Ansul A-101

O sistema de supressão de incêndios para veículos Ansul A-101 é um sistema de deteção e extinção automática de incêndios;

Está especialmente concebido para maquinaria pesada e industrial;

Além disso, são sistemas de supressão modulares e projetados de acordo com as regras técnicas aplicáveis, nomeadamente NFPA e UL 1254;

Além disso, com instalação executada por técnicos devidamente qualificados com treino específico ministrado pela ANSUL;

Na Europa os equipamentos especializados devem ser portadores da marca de conformidade CE;

A TECNIQUTEL dispõe da engenharia e das competências técnicas necessárias e é um instalador ANSUL autorizado para este tipo de sistemas.


Descrição

O sistema para supressão de incêndios em veículos ANSUL A-101 garante a proteção de todos os riscos aqui descritos 365 (366) dias por ano.

A REALIDADE DOS SISTEMAS DE SUPRESSÃO PARA MÁQUINAS DE GRANDE PORTE


Este sistema de supressão de incêndios em veículos está concebido para equipar retroescavadoras, perfuradoras de túneis, ceifeiras-debulhadoras, tratores, tapetes transportadores, gruas, camiões, entre outros;

Este sistema está sobretudo preparado para máquinas de grande porte que trabalham de forma ininterrupta, normalmente em ambientes extremamente severos;

Às quais está associado um valor material muito elevado e que, em caso de sinistro, têm tempos para reposição muito longos;

Contudo, dada a construção destas máquinas de grande porte serem extremamente compactas e por utilizarem combustíveis e óleos hidráulicos inflamáveis, qualquer fuga pode dar origem a incêndios;

Na indústria mineira, por exemplo, qualquer foco de incêndio que se manifeste neste tipo de máquinas coloca problemas imensos;

Pois a probabilidade de contaminação dos túneis com fumos e a própria remoção dos salvados é uma tarefa difícil e dispendiosa;

Nestas circunstâncias a atividade laboral tem que ser interrompida até o ambiente ser limpo e as pessoas evacuadas de forma rápida e controlada;

Estes riscos antes de serem desenvolvidos sistemas para supressão de incêndios adequados ao seu controlo, normalmente redundavam na perda das máquinas e na perda acentuada da produtividade;

Assim também, representavam prejuízos de grande monta sempre que ocorria um sinistro, que excedia em muito o valor material das máquinas em causa.

DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA ANSUL A-101


Com base nos prejuízos verificados, sobretudo porque afetavam a produtividade, a indústria de proteção contra incêndios desenvolveu soluções para minimizar aqueles;

Assim como, as autoridades reguladoras também criaram regras para aplicação adequada destas, principalmente no que concerne o dimensionamento, configuração e montagem dos sistemas;

Acima de tudo, como estes devem ser projetados e instalados para cumprirem os requisitos técnicos exigíveis a única forma de se garantir o seu correto desempenho.

CONCEITO DO SISTEMA ANSUL A-101


Além disso, por definição, este tipo de sistemas classificam-se para “supressão de incêndios”, como tal, não dispensam a existência e presença de outros equipamentos para extinção de incêndios;

Principalmente extintores com capacidades e agentes de extinção próprios para as classes de fogos presentes, cuja utilização pode ser necessária se as chamas não forem extintas.

CONCEÇÃO DO SISTEMA ANSUL A-101


A proteção das máquinas é feita recorrendo à instalação de uma rede de tubagens para condução do(s) agente(s) de extinção para os locais onde deve(m) ser aspergidos;

Além disso, o(s) agente(s) de extinção são armazenados em depósitos resistentes à corrosão e vibrações. Nos pontos nevrálgicos são instalados difusores apropriados para projeção e difusão do agente de extinção;

O agente de extinção pode ser pó químico seco para as classes A:B:C de alta eficiência, uma solução aquosa designada por LVS, ou ainda agentes de extinção geminados – pó + LVS – a solução mais avançada e que mais garantias oferece;

Assim com, as capacidades dos tanques variam de 4,5 a 113,4 kg para o pó químico seco e 11,4 a 113,6 litros para o LVS;

Contudo, enquanto o pó químico seco atua como um supressor de chamas, o LVS permite o arrefecimento de superfícies metálicas sobreaquecidas e cobri-las para excluir o oxigénio;

Tendo como objetivo evitar possíveis reignições, o que é particularmente útil em fogos da classe A.

Depósitos A101 (pó químico)

Depósitos LVS (solução molhante)

Por outro lado, quando combinados, estes dois agentes de extinção constituem uma solução de excelência, aquela que oferece maiores garantias;

Acima de tudo, ambos os casos foram concebidos para trabalharem a temperaturas de -40 ºC a +60 ºC;

Os sistemas de supressão de incêndios assim concebidos podem ser ativados, em caso de incêndio, não só manualmente, como também podem ser automatizados;

Principalmente por cabos lineares, ou ainda, instalando detetores térmicos que funcionam em paralelo e em complemento da deteção linear por cabo térmico;

SISTEMAS DETEÇÃO INCÊNDIOS & COMANDO EXTINÇÃO


Por outro lado, os sistemas eletrónicos CHECKFIRE da Ansul, permitem a deteção, alarme, paragem das máquinas e comando da extinção;

Permitindo assim a automatização de todo o processo com a vantagem de proceder à sua monitorização total.

Estão disponíveis dois sistemas:
  • CHECKFIRE 110 – Consiste num módulo controlo, resistente a choques e vibrações, com funcionalidades para diagnóstico interno e com alimentação externa por meio da bateria do veículo.

    Além disso, esta solução para deteção baseia-se em cabos lineares ou detetores pontuais. Permite controlar até 2 depósitos de agente extintor.
  • CHECKFIRE 210 – Utiliza as mesmas funcionalidades do sistema 110, mas com possibilidade de alimentação por bateria interna. Assim como, também inclui programação por computador e registo de até 400 eventos que podem ser descarregados para um suporte externo. Permite atuar até 10 depósitos de agente extintor.
FICHA TÉCNICA
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