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Os Detetores de incêndios e temperatura por infravermelhos IR 5011/5020 estão concebidos para a proteção de instalações e sistemas em que ocorre a movimentação de materiais com elevada carga térmica/risco de incêndio.
O sistema 5000 utiliza tecnologia avançada de monitorização por infravermelhos, que permite a deteção de materiais com potencial combustível durante o seu transporte, e antes de estes atingirem a fase de emissão de chama.
Os Detetores de incêndios e temperatura por infravermelhos IR 5011/5020 englobam três elementos primários – a unidade sensora, o controlador e o fornecimento de ar comprimido. Este último é requerido para manter uma pressão positiva na caixa do sensor, e prevenir a acumulação de poeiras na janela do detetor. A purga de ar é essencial em ambientes poeirentos, tais como correias de transporte de carvão, e recomenda-se mesmo em ambientes relativamente limpos. Encontra-se disponível uma tomada de 0,25″ NPT, para ligação a uma rede de ar comprimido de 10 PSI.
O princípio de operação baseia-se no facto de ocorrerem emissões de infravermelhos a partir de qualquer material aquecido. Estas emissões abrangem o espectro de infravermelhos até à luz visível. Tanto o comprimento de onda como a sua intensidade se encontram relacionados com a temperatura.
Os detetores da série 5000 encontram-se concebidos para detetar variações nestas emissões, que ocorrem quando um corpo quente se encontra no seu campo de visão.
Através da utilização de filtragem ótica e análise eletrónica dos diversos parâmetros, o sistema é imune a luz solar ou luminárias, sendo capaz de detetar material em movimento no seu campo de visão, mesmo que este se encontre a temperaturas relativamente baixas. (veja a Figura 1 nas fotos do produto)
O sistema 5000 é mais adequado em situações em que se encontrem em movimento materiais com potencial ignífugo. Por exemplo, o sistema consegue detetar e prevenir que um incêndio entre numa área protegida, como seria o caso de um veículo ferroviário entrar num túnel ou edifício.
Para além disto, o sistema consegue monitorizar materiais em trânsito, antes de estes atingirem a condição de chama, quando se encontram já energizados e com potencial para virem a desenvolver esta condição.
Um exemplo são os sistemas de transporte de carvão, onde este poderá arder sem chama no exterior, sem grandes efeitos adversos, mas com consequências devastadoras nas correias de transporte ou em fases posteriores do processo.
Se pretende mais informações sobre este produto consulte a ficha técnica.
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